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    VESICAM-TOS

    vesico- | elem. de comp.

    Exprime a noção de bexiga (ex.: vesicovaginal)....


    vesicação | n. f.

    Ato de produzir vesículas com uma substância irritante....


    litolisia | n. f.

    Dissolução de cálculos vesicais por meio de injeções....


    litocenose | n. f.

    Extração pela uretra de cálculos vesicais fragmentados....


    vesicar | v. tr.

    Produzir vesículas em....


    vesical | adj. 2 g.

    Relativo à bexiga (ex.: ecografia vesical; sonda vesical; tenesmo vesical)....


    litodiálise | n. f.

    Nome genérico dos processos de dissolver os cálculos vesicais....


    vesicatório | adj. | n. m.

    Que produz vesículas ou bolhas na pele....


    vesicante | adj. 2 g. | n. m. | n. m. pl.

    Que produz vesículas ou bolhas na pele....


    bexiga | n. f. | n. f. pl.

    Órgão membranoso em forma de saco em que se acumula a urina até ser expulsa....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?