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    supras

    abaixo | adv. | interj.

    Em lugar inferior....


    Que supre ou serve de suplemento....


    suso | adv.

    Acima ou anteriormente....


    supra | adv.

    Usa-se para indicar parte de texto anterior ou precedente (ex.: veja texto supra)....


    infra | adv.

    Usa-se para indicar parte de texto posterior ou mais abaixo (ex.: veja texto infra)....


    Relativo à energia elétrica (ex.: sistema eletroenergético, suprimento eletroenergético)....


    Resposta do pintor Apeles a um sapateiro que, depois de haver criticado, num dos seus quadros, uma sandália, julgou também poder criticar o resto; aplica-se aos que pretendem julgar de coisas para que lhes falta competência....


    ut supra | loc.

    Fórmula muitas vezes empregada, nomeadamente em atos jurídicos, para remeter aquilo que precede....


    vide supra | loc.

    Fórmula muitas vezes empregada, nomeadamente em atos jurídicos, para remeter aquilo que precede....


    sochantre | n. m.

    Eclesiástico que supre no coro o chantre....


    hipurato | n. m.

    Substância que supre a ausência da ureia na urina dos herbívoros....


    suprassumo | n. m.

    O ponto ou o grau mais elevado (ex.: o suprassumo do realismo)....


    suprimento | n. m.

    Ato ou efeito de suprir, de remediar a falta de....


    tenente | n. m.

    O que supre o lugar de um chefe e comanda na sua ausência....


    vice-reitor | n. m.

    Aquele que faz as vezes de reitor....


    soprior | n. m.

    Religioso que supre o prior nas faltas deste....


    soprioresa | n. f.

    Freira que supre a prioresa ou que faz as suas vezes....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase que se segue, como devem ser conjugados os verbos jogar e vibrar? Fiquei observando Vítor, Rose e Flávia jogar e vibrar com o jogo. E nesta outra frase, o verbo tivera foi empregado de maneira correta? Ana melhorou, mas tivera que ficar internada em repouso pois estava doente.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?