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    Pesquisa nas Definições por:

    SOLE-TA

    apolíneo | adj.

    Relativo a Apolo, deus grego (ex.: culto apolíneo)....


    Que forma concreção ou em que há concreção (ex.: solo concrecionado; superfície concrecionada)....


    decumbente | adj. 2 g.

    Que está inclinado, deitado....


    epigeu | adj.

    Que está acima do solo, fora da terra....


    ignípede | adj. 2 g.

    Que tem pés de fogo....


    pátrio | adj.

    Relativo à pátria (ex.: nomes pátrios; solo pátrio)....


    Até muito fundo, até muito abaixo da superfície do solo....


    edáfico | adj.

    Relativo ao solo, especialmente às suas características físicas e químicas (ex.: fatores edáficos, potencial edáfico)....


    Relativo aos solos e ao clima (ex.: o vinho é produzido em condições edafoclimáticas excecionais)....


    pedo- | elem. de comp.

    Exprime a noção de solo (ex.: pedologia)....


    volar | adj. 2 g.

    Relativo à palma da mão ou à planta do pé (ex.: face volar da mão)....


    Palavras de Salomão, usadas para indicar que não há novidades....




    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?