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    requeimo-o

    queimor | n. m.

    Sabor picante, acre (ex.: o gosto do fruto varia entre o queimor e o doce)....


    recrestar | v. tr. | v. pron.

    Crestar novamente; crestar demasiadamente; requeimar....


    tisnar | v. tr.

    Tornar negro como carvão; tostar; requeimar....


    queimar | v. tr. | v. tr., intr. e pron. | v. tr. e intr. | v. tr. e pron. | v. intr. | v. pron.

    Consumir ou destruir por ação do fogo; reduzir a cinzas (ex.: os incêndios queimaram vários hectares de floresta; queimar lixo hospitalar)....


    requeimar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Deixar queimar; esturrar....


    requeime | n. m.

    Sensação picante que certas especiarias causam no paladar....


    requeima | n. f.

    Peixe (Pontinus kuhlii) da família dos escorpenídeos....


    requeimo | n. m.

    Peixe (Pontinus kuhlii) da família dos escorpenídeos....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de solicitar o esclarecimento de uma dúvida: qual o plural de desvio padrão?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?