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    requebrais-mo

    requebrado | adj.

    Lascivo; lânguido; amoroso....


    almeia | n. f.

    Dançarina indiana....


    denguice | n. f.

    Requebro afetado na persuasão de agradar....


    requebro | n. m.

    Movimento lascivo, sensual....


    gingado | adj. | n. m.

    Que ginga, que se balança alternadamente (ex.: samba gingado)....


    flexura | n. f.

    Lugar onde os ossos se articulam para dobrar....


    derrengo | n. m.

    Efeito de derrengar....


    derretimento | n. m.

    Ato ou efeito de derreter ou derreter-se....


    dandinar | v. intr.

    Agir de modo afetado na maneira de trajar, de andar e de se comportar; fazer de dândi....


    derrengar | v. tr. e pron. | v. tr. | v. pron.

    Colocar ou colocar-se em posição curvada....


    descadeirar | v. tr. e pron. | v. tr. | v. pron.

    Provocar ou sentir dores nas cadeiras ou nas ancas (ex.: o exercício físico descadeirou-o; descadeira-se sempre que corre)....


    gargantear | v. intr. | v. tr. | n. m.

    Cantar (variando os tons)....


    garguitear | v. intr.

    Falar com voz requebrada....


    requebrar | v. tr. | v. pron.

    Mover de forma lânguida, lasciva ou sensual (ex.: requebrar o corpo ao andar)....


    derreter | v. tr. | v. pron.

    Fazer passar ao estado líquido (um corpo consistente); liquefazer....


    quebrar | v. tr., intr. e pron. | v. tr. | v. tr. e pron. | v. tr. e intr. | v. intr. | v. pron. | n. m.

    Fazer ou fazer-se em pedaços; dividir ou dividir-se em partes, geralmente por ação de impacto ou violência (ex.: quebrou a tábua com um golpe de caraté; vaso ruim não quebra; a ponta do lápis quebra-se com facilidade)....


    rabo | n. m.

    Termo genérico com que se indica o apêndice caudal dos animais....



    Dúvidas linguísticas


    Quais as colocações corretas? Ou todas estão incorretas?
    Maria subiu em cima da mesa e pisou forte.
    Carlos entrou dentro do carro e foi embora.
    João entrou dentro da casa do seu tio e quebrou tudo.

    Maria subiu na mesa e pisou forte.
    Carlos entrou no carro e foi embora.
    João entrou na casa do seu tio e quebrou tudo.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?