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    Pesquisa nas Definições por:

    Recriadas

    versão | n. f.

    Ato ou efeito de voltar em sentido oposto....


    revezo | n. m.

    Prado ou pasto para onde se muda o gado com o intuito de dar lugar a que o outro prado recrie pasto....


    recreação | n. f.

    Ato ou efeito de recrear ou de se recrear....


    realidade | n. f.

    Qualidade do que é real....


    recriador | adj. n. m.

    Que ou o que recria algo....


    recriar | v. tr.

    Criar de novo....


    recria | n. f.

    O mesmo que recriação....


    Fase em que se faz engorda de animais, em especial em criações industriais, após o desmame e antes de seguirem para abate....


    recrear | v. tr. | v. pron.

    Proporcionar recreio a....


    rouxinol | n. m.

    Ave passeriforme (Luscinia megarhynchos) da família dos muscicapídeos, cuja plumagem é arruivada no dorso e nas asas e esbranquiçada no pescoço (ex.: o canto do macho do rouxinol é particularmente melodioso, suavíssimo, vibrante e sempre variado e recriado)....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.