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    Pesquisa nas Definições por:

    REALISTEMOS-MOS

    irrealista | adj. 2 g.

    Que não corresponde à realidade ou não se prende ao real....


    fotorrealista | adj. 2 g.

    Relativo a fotorrealismo ou a pintura ou desenho em que se procura reproduzir com o maior pormenor e definição uma imagem fotográfica....


    chamorro | adj. | n. m.

    Que se tosou ou tosquiou; tosado, tosquiado....


    paivante | n. 2 g. | n. m.

    Realista comandado por Paiva Couceiro, em Espanha....


    Processamento ou criação digital de uma imagem com pormenor e definição (ex.: renderização de arquitetura; renderização de imagens; renderização do modelo; renderização tridimensional realista)....


    verismo | n. m.

    Escola literária, artística e musical italiana que, como a escola realista, reivindica o direito de representar a realidade integral....


    Relativo a realista ou ao realismo....


    neorrealista | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo ao neorrealismo....


    irreal | adj. 2 g.

    Que está fora da realidade....


    Ato ou efeito de naturalizar ou de se naturalizar....


    realista | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que considera como real o que é abstrato....


    realista | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Relativo ao sistema político em que o chefe do Estado é um rei....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?