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    Pesquisa nas Definições por:

    Proveito

    vãmente | adv.

    De modo vão, inutilmente, sem proveito....


    ad gloriam | loc.

    Sem proveito material (ex.: trabalhar ad gloriam)....


    O culpado é quase sempre aquele que tira proveito do crime ou do delito....


    Pessoa em proveito da qual se faz uma cessão de bens, ou que adquire o direito do que foi abandonado....


    delação | n. f.

    Revelação de crime, delito ou falta alheia, com o fim de tirar proveito dessa revelação....


    devorismo | n. m.

    Dissipação da fazenda pública em proveito próprio ou doutrem....


    exploração | n. f.

    Tentativa de tirar proveito ou utilidade de alguma coisa (a boa ou má parte)....


    ganho | adj. | n. m.

    Lucro, interesse, proveito, o que se ganha....


    rendor | n. m.

    Rendimento; proveito; lucro....


    gadelha | n. f. | n. m.

    Proveito, lucro, interesse....


    gadelho | n. m.

    Proveito, lucro, interesse....


    economia | n. f. | n. f. pl.

    Proveito que resulta de gastar pouco....


    mapiagem | n. f.

    Conversa fiada, parolagem sem proveito....


    mutualismo | n. m.

    Associação de dois seres, animais ou vegetais, em que ambos tiram proveito da ligação....


    pró | adv. | n. m.

    Vantagem, proveito, conveniência....




    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?