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    Pesquisa nas Definições por:

    Provar-nos

    convicto | adj.

    Que se convenceu; que tem determinada convicção....


    contraproducente | adj. 2 g.

    Que prova precisamente o contrário do que se queria provar....


    Versado, prático, entendedor, conhecedor, que foi submetido a prova....


    provado | adj.

    Sabido; experimentado....


    quão | adv. | conj.

    Indica grau ou intensidade, em frases interrogativas (ex.: quão dispendioso é?)....


    Que supre ou serve de suplemento....


    provante | adj. 2 g.

    Que demonstra ser verdadeiro através de provas; que prova....


    Relativo a mesa-tenista ou a ténis de mesa (ex.: o nível mesa-tenístico da prova foi muito elevado)....


    Que prova precisamente o contrário do que se queria provar....


    Objeto que prova a existência de um delito....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.