PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    Permitia-Me

    Que concede ou relativo a concessão....


    Diz-se de um dispositivo que permite, por meio de eletricidade, comandar à distância aparelhos mecânicos....


    mediano | adj.

    Nem grande nem pequeno....


    proibido | adj.

    Que não é autorizado (ex.: relacionamento proibido)....


    multitoque | adj. 2 g.

    Que permite detetar múltiplos toques com os dedos (ex.: ecrã multitoque)....


    Que participa ativamente nalguma atividade ou tarefa....


    antirretorno | adj. 2 g. 2 núm.

    Que não permite que o fluido transportado volte para trás ou circule na direção contrária (ex.: válvula antirretorno)....


    voice mail | loc.

    Sistema automático que permite receber e gravar mensagens telefónicas que podem ser ouvidas posteriormente....


    Tradução latina de um provérbio grego, segundo o qual eram tão caros os prazeres de Corinto que nem todos podiam ir lá residir; usa-se a propósito de todas as coisas a que é forçoso renunciar por falta de meios....


    ergódico | adj.

    Que permite representar ou determinar de forma estatística o comportamento de um todo dinâmico, baseando-se em cada sequência ou amostra e na probabilidade de recorrência ou é relativo a esse processo (ex.: hipótese ergódica, princípio ergódico, teoria ergódica)....


    sonolucente | adj. 2 g.

    Que permite a passagem de ondas de ultra-sons sem produção de ecos (ex.: bexiga com conteúdo sonolucente; líquido sonolucente)....


    traçante | adj. 2 g.

    Que traça ou serve para traçar....


    permitido | adj.

    Que se permitiu ou que tem permissão....



    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?