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    puxai-tos

    Puxado por quatro cavalos emparelhados....


    poxa | interj.

    Expressão designativa de espanto, irritação ou impaciência....


    arreata | n. f.

    Corda ou cabresto com que se puxam ou se atam à manjedoura as cavalgaduras....


    arrecabe | n. m.

    Corda com que se puxa a rede de arrastar....


    camboeiro | n. m.

    Pescador que puxa o cambão (corda) presa no remo....


    chavelha | n. f.

    Pau curto enfiado no cabeçalho do carro....


    Contração tetânica dos músculos flexores do tronco que faz curvar o corpo para diante....


    puxá | n. m.

    Dança, espécie de fandango....


    puxada | n. f.

    Ato de puxar....


    puxadeira | n. f.

    Asa ou pestana na parte superior do cano da bota, etc....


    puxadela | n. f.

    Ato de puxar; puxão com pouca força....


    puxão | n. m.

    Ato de puxar com força ou violência....


    puxa-sacos | n. m. 2 núm.

    O mesmo que puxa-saco....


    puxeira | n. f.

    Corrimento que resulta de inflamação das fossas nasais....


    quadriga | n. f.

    Carro puxado por quatro cavalos....


    rena | n. f.

    Mamífero ruminante (Rangifer tarandus) da família dos cervídeos que vive na Sibéria, na Escandinávia, na Gronelândia e no Canadá. [A rena pode atingir 1,50 m de altura; as suas pontas ramificam-se em esgalhos achatados, que lhe servem para descobrir debaixo da neve os líquenes de que se alimenta; os lapões e os esquimós empregam-na para puxar trenós e utilizam o seu sangue, a carne, o leite, as pontas e o couro.]...


    sacadela | n. f.

    Ato ou efeito de puxar....


    soga | n. f.

    Corda grossa (geralmente feita de esparto); baraço....


    trimbolim | n. m.

    Carruagem desconjuntada e velha....



    Dúvidas linguísticas


    Como devo passar para o discurso indirecto a frase: Eu chamo-me Paula. Discurso indirecto: Ela disse que se chamava Paula? ou Ela disse que se chama Paula?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?