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    pescaste-os

    Relativo à pesca (ex.: populações tradicionais haliêuticas; recursos haliêuticos)....


    almadra | n. f.

    Armação para pescar atum....


    almadrava | n. f.

    Armação para pescar atum....


    alpostiz | n. m.

    Cabo delgado com que os pescadores de Buarcos amarram, umas às outras, as testas das redes da pescada....


    armazelo | n. m.

    Certa rede de pescar....


    arranha | n. f.

    Aparelho para pescar polvos....


    arrastão | n. m.

    Esforço para arrastar....


    arrasto | n. m.

    Ato ou efeito de arrastar ou de se arrastar....


    arrelhada | n. f.

    Pá de ferro com que se limpam as relhas do arado....


    arrinho | n. m.

    Enseada em que é abundante a pesca dos sáveis e das lampreias....


    barqueira | n. f.

    Mulher que tripula barco ou barca....


    bastos | n. m. pl.

    Rede que faz parte do saco, nos aparelhos de pesca da sardinha....


    batição | n. f.

    Técnica de pesca, geralmente de tartarugas ou de peixe, que consiste em bater na água com a mão ou com uma vara, para que o que se pretende pescar se desloque para determinada zona ou caia na rede....


    calimeira | n. f.

    Pequena lancha que acompanha o copo da armação da pesca do atum e sardinha....


    camboeira | n. f.

    Rede que se emprega na pesca da camba....


    cambueira | n. f.

    Rede que se emprega na pesca da camboa....


    camina | n. f.

    Armadilha de pesca....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase que se segue, como devem ser conjugados os verbos jogar e vibrar? Fiquei observando Vítor, Rose e Flávia jogar e vibrar com o jogo. E nesta outra frase, o verbo tivera foi empregado de maneira correta? Ana melhorou, mas tivera que ficar internada em repouso pois estava doente.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?