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    Pesquisa nas Definições por:

    PENSASSES-MO

    absorto | adj.

    Que se absorveu....


    Que vem a propósito ou em relação a algo falado, pensado ou tratado (ex.: ele tem um humor sempre apropositado; observação apropositada)....


    biforme | adj. 2 g.

    Que tem duas formas....


    cogitativo | adj.

    Ocupado a cogitar ou pensar....


    Que exprime desejo ou vontade (ex.: pensamento desiderativo, posição desiderativa)....


    estabanado | adj.

    Que tem pouco juízo ou pensa pouco nas consequências....


    estavanado | adj.

    Que tem pouco juízo ou pensa pouco nas consequências....


    Relativo a filósofo ou a filosofia....


    frénico | adj.

    Relativo ou pertencente ao diafragma....


    Que medita ou pensa muito profundamente....


    mórfico | adj.

    Relativo à forma ou às manifestações externas do pensamento ou do sentimento....


    pensante | adj. 2 g.

    Que pensa; que é capaz de pensar....


    preciso | adj.

    Que faz falta (ex.: fez uma lista de tudo o que era preciso para a viagem)....


    sazonado | adj.

    Maduro, amadurecido....




    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.