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    mutar-te

    muta- | elem. de comp.

    Exprime a noção de transformação (ex.: mutagénese)....


    mutante | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que sofreu mutações....


    Com as mudanças necessárias ou convenientes (ex.: os argumentos usados no outro caso valem, mutatis mutandis, também para este)....


    mudar | v. tr., intr. e pron. | v. tr. e intr. | v. intr.

    Fazer ou sofrer alteração....


    mutar | v. intr.

    Sofrer mutação ou mudança....


    Ave galiforme (Lagopus muta) da família dos fasianídeos....


    Ave galiforme (Lagopus muta) da família dos fasianídeos....


    surucucu | n. f.

    Espécie de víbora (Lachesis muta) encontrada na América Central e do Sul....


    mutável | adj. 2 g.

    Que pode ser mudado....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    A minha dúvida é relativa ao novo Acordo Ortográfico: gostava que me esclarecessem porque é que "lusodescendente" escreve-se sem hífen e "luso-brasileiro", "luso-americano" escreve-se com hífen. É que é um pouco difícil de se compreender, e já me informei com algumas pessoas que não me souberam dizer o porquê de ser assim. Espero uma resposta de vossa parte com a maior brevidade possível.