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Joeirem

urupema | n. f.

Espécie de joeira de palha de cana, para peneirar farinha de mandioca....


rabeira | n. f. | n. f. pl.

Rasto; peugada....


outo | n. m.

Acto ou efeito de outar....


jeira | n. f.

Terreno que uma junta de bois pode lavrar num dia....


joeira | n. f.

Acto de joeirar....


abanar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

Agitar o ar com abano ou leque....


aripar | v. tr.

Joeirar a areia em que as ostras apodreceram para dela extrair o aljôfar....


cirandar | v. tr. | v. intr.

Limpar na ciranda....


crivar | v. tr. | v. tr. e pron.

Passar por crivo....


joeirar | v. tr.

Passar pela joeira (ex.: joeirar o trigo)....


outar | v. tr.

Passar pela joeira (ex.: outar o trigo)....


sessar | v. tr.

Passar por uma espécie de peneira de palha, a urupema....


crivo | n. m.

Utensílio circular com fundo reticulado de arame, para separar ou limpar grãos e sementes (ex.: crivo de milho)....


joeira | n. f.

Utensílio com fundo de rede de arame para separar o trigo do joio e de outras sementes que estejam misturadas....


peneira | n. f. | n. 2 g. | n. f. pl.

Utensílio circular com fundo de seda, crina ou palhinha entrançada para joeirar farinha ou outras substâncias....


tamisar | v. tr.

Passar por peneira de seda; passar pelo tamis....


limpadura | n. f. | n. f. pl.

Acto ou efeito de limpar....



Dúvidas linguísticas



Uma professora minha disse que nunca se podia colocar uma vírgula entre o sujeito e o verbo. É verdade?
Sobre o uso da vírgula em geral, por favor consulte a dúvida vírgula antes da conjunção e. Especificamente sobre a questão colocada, de facto, a indicação de que não se pode colocar uma vírgula entre o sujeito e o verbo é verdadeira. O uso da vírgula, como o da pontuação em geral, é complexo, pois está intimamente ligado à decomposição sintáctica, lógica e discursiva das frases. Do ponto de vista lógico e sintáctico, não há qualquer motivo para separar o sujeito do seu predicado (ex.: *o rapaz [SUJEITO], comeu [PREDICADO]; *as pessoas que estiveram na exposição [SUJEITO], gostaram muito [PREDICADO]; o asterisco indica agramaticalidade). Da mesma forma, o verbo não deverá ser separado dos complementos obrigatórios que selecciona (ex.: *a casa é [Verbo], bonita [PREDICATIVO DO SUJEITO]; *o rapaz comeu [Verbo], bolachas e biscoitos [COMPLEMENTO DIRECTO]; *as pessoas gostaram [Verbo], da exposição [COMPLEMENTO INDIRECTO]; *as crianças ficaram [Verbo], no parque [COMPLEMENTO ADVERBIAL OBRIGATÓRIO]). Pela mesma lógica, o mesmo se aplica aos complementos seleccionados por substantivos (ex. * foi a casa, dos avós), por adjectivos (ex.: *estava impaciente, por sair) ou por advérbios (*lava as mãos antes, das refeições), que não deverão ser separados por vírgula da palavra que os selecciona.

Há, no entanto, alguns contextos em que pode haver entre o sujeito e o verbo uma estrutura sintáctica separada por vírgulas, mas apenas no caso de essa estrutura poder ser isolada por uma vírgula no início e no fim. Estes são normalmente os casos de adjuntos nominais (ex.: o rapaz, menino muito magro, comeu muito), adjuntos adverbiais (ex.: o rapaz, como habitualmente, comeu muito), orações subordinadas adverbiais (ex.: as pessoas que estiveram na exposição, apesar das más condições, gostaram muito), orações subordinadas relativas explicativas (ex.: o rapaz, que até não tinha fome, comeu muito).




Gostaria de saber qual é o processo de derivação utilizado na palavra vaidoso.
A palavra vaidoso é formada por sufixação, através da junção do sufixo -oso ao substantivo vaidade, com haplologia (processo morfofonológico que ocorre entre duas sílabas contíguas, iguais ou semelhantes, e que consiste na supressão de uma delas): vaidade + -oso > *vaidadoso > vaidoso.

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