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    judiamos-mos

    genetia | n. f.

    Partida, judiaria, mau trato....


    judia | n. f.

    Mulher de raça hebraica....


    judaria | n. f.

    Reunião ou conjunto de judeus....


    judio | adj. n. m.

    O mesmo que judeu....


    judaizar | v. intr. | v. tr. e pron. | v. tr.

    Observar os preceitos da religião judaica (ex.: muitos tiveram de judaizar em segredo)....


    judiação | n. f.

    Ato ou efeito de judiar, mofar ou atormentar....


    judiar | v. intr. | v. tr.

    Observar os preceitos da religião judaica....


    peixe-rei | n. m.

    Peixe teleósteo (Coris julis), da família dos labrídeos, de corpo alongado, dorso escuro, ventre esbranquiçado, cores vivas nos machos, presente nas zonas costeiras rochosas do Mediterrâneo e da costa leste do Atlântico....


    judeu | adj. n. m. | adj. | n. m.

    Que ou quem professa a religião judaica....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de esclarecer algumas dúvidas relacionadas à ortografia dos vocábulos tecno-social e socioideológico. Além disso, gostaria de consultá-los sobre a ortografia de trouxada ("Ia eu, em rapazola, e mais outro, levando uma vaca caracu, trouxada e afrontada...") e iapa ("Às vezes, é o descuidado cavaleiro que já vai todo tranqüilo assobiando, quando a iapa do velho toca uma caixa de marimbondos que ferram o danado do cavalo, que dana a pular e larga o cabra na poeira.").
    Estes exemplos foram tirados de dois contos regionalistas e não encontro registro dessas palavras em nenhum dicionário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.