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    Pesquisa nas Definições por:

    Intime-Me

    apenado | adj.

    Castigado com pena....


    monitória | n. f.

    Aviso de autoridade em que se intima o público a ir depor o que souber a respeito de um facto....


    contrafé | n. f.

    Cópia autêntica de intimação ou citação judicial, que é entregue à pessoa intimada ou citada....


    intimação | n. f.

    Ato de intimar ou de ser intimado....


    intimador | adj. n. m.

    Que ou aquele que intima....


    citação | n. f.

    Ato ou efeito de citar....


    emprazar | v. tr. | v. pron.

    Citar em juízo (marcado o prazo em que deve comparecer)....


    significar | v. tr.

    Ter a significação ou o sentido de, ser sinal de....


    querer | v. tr. | v. intr. | v. pron. | n. m.

    Ter a vontade ou a intenção de....


    intimar | v. tr. | v. intr.

    Ordenar ou notificar com autoridade....


    monitório | adj. | n. m.

    Relativo a monitória ou a aviso de autoridade em que se intima o público a ir depor o que souber a respeito de um facto (ex.: carta monitória; processo monitório)....


    monir | v. tr.

    Intimar o público a ir depor o que souber a respeito de um facto....


    voz | n. f.

    Som produzido na laringe, pelo ar que sai dos pulmões e da boca....


    resistência | n. f.

    Força por meio da qual um corpo reage contra a ação de outro corpo....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?