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    Pesquisa nas Definições por:

    Gradaste-Nos

    bagado | adj.

    Que tem muita baga....


    pultrudado | adj.

    Que foi obtido por pultrusão (ex.: fibra pultrudada; grade pultrudada)....


    furta-cor | adj. 2 g. 2 núm. | n. m.

    Que muda gradualmente de cor ou parece mudar gradualmente de cor....


    falido | adj. | n. m.

    Que faliu; falho; pouco grado....


    Dispositivo que contém grades ou rede, usado para criar um espaço protegido para crianças pequenas....


    crescendo | n. m.

    Aumento progressivo e geral....


    engradado | adj. | n. m.

    Que se engradou....


    girão | n. m.

    Retalho de pano....


    rastrilho | n. m.

    Grade de ferro armada de grossas puas que intercetava o passo entre a ponte levadiça e a porta da fortaleza....


    rodapé | n. m.

    Espécie de cortina que cobre o âmbito da cama até ao chão....


    rótulo | n. m.

    Impresso que identifica o conteúdo, as características ou a composição de um produto ou outras informações complementares....


    terendeira | n. f.

    Grade suspensa da trave onde se colocam os pães de centeio....


    trilho | n. m.

    Estrado ou cilindro de madeira com dentes de ferro, geralmente puxado por gado, com que se debulham os cereais na eira....


    mata-vacas | n. m. 2 núm.

    Grade usada na parte da frente de algumas viaturas, geralmente com tração às quatro rodas. (Equivalente no português do Brasil: quebra-mato.)...



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.