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    Pesquisa nas Definições por:

    GRAVEMOS-TAS

    aberto | adj.

    Que não tem cobertura....


    Diz-se de quem tem aspeto desagradável ou mostra ter doença grave....


    grevado | adj.

    Calçado de grevas....


    hílare | adj. 2 g.

    Que mostra alegria ou contentamento....


    quinante | adj. 2 g.

    Que tem quinas ou escudos gravados....


    sobgrave | adj. 2 g.

    Que está abaixo do grave....


    subgrave | adj. 2 g.

    Que está abaixo do grave....


    solene | adj. 2 g.

    Feito com aparato e pompa....


    hilário | adj.

    Que mostra alegria ou contentamento....


    voice mail | loc.

    Sistema automático que permite receber e gravar mensagens telefónicas que podem ser ouvidas posteriormente....


    ab ira | loc.

    Num impulso de cólera (ex.: nunca se deve deixar tomar uma decisão grave ab ira)....




    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    A comunicação social (falada e escrita) tem vindo a vulgarizar as palavras negoceio, negoceias, negoceie, etc. Há alguma fonte fidedigna que legitime esta maneira irregular de conjugar o verbo negociar?