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    filosofia

    corpuscular | adj. 2 g.

    Relativo a corpúsculos, a átomos....


    eidético | adj.

    Que se relaciona com a essência das coisas....


    Relativo a filósofo ou a filosofia....


    genético | adj.

    Relativo à genética, aos genes....


    ôntico | adj.

    Relativo ao ser....


    Relativo a quididade (ex.: conhecimento quididativo, ente quididativo)....


    zetético | adj.

    Relativo à zetética ou aos processos de investigação da razão e da natureza das coisas....


    hilético | adj.

    Relativo a hilé (ex.: fenomenologia hilética)....


    tântrico | adj.

    Relativo a tantra ou ao tantrismo....


    numénico | adj.

    Relativo a númeno (ex.: realidade numénica)....


    Relativo ao conhecimento ou às capacidades intelectuais....


    dóxico | adj.

    Relativo à doxa....


    tético | adj.

    Relativo a tese, a uma afirmação teórica (ex.: termos téticos)....




    Dúvidas linguísticas


    Procurei em todos os lugares possíveis e não encontrei.. Como se chama a pessoa que tem criação de minhocas?


    Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
    Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?