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    Pesquisa nas Definições por:

    EXTERMINES-ME

    genocídio | n. m.

    Destruição metódica de um grupo étnico ou religioso pela exterminação dos seus indivíduos....


    Funcionário de um departamento de higiene pública encarregado das desinfeções e exterminação de larvas de mosquitos, na profilaxia de doenças como a febre-amarela ou a dengue....


    desbaratizar | v. tr.

    Exterminar baratas de um local; livrar de baratas....


    dizimar | v. tr.

    Punir de morte uma de cada dez pessoas designadas pela sorte....


    raça | n. f. | n. m.

    Divisão tradicional de indivíduos cujos carateres físicos biológicos são constantes e hereditários (ex.: raça amarela, raça branca, raça negra, raça vermelha). [Os progressos da genética levam hoje a rejeitar qualquer tentativa de classificação racial.]...


    anular | v. tr. e pron. | v. tr. | v. pron.

    Tornar ou ficar nulo ou sem efeito....


    destruir | v. tr.

    Proceder à destruição de; causar destruição em; demolir, arrasar; aniquilar....


    exterminar | v. tr.

    Pôr fora dos limites de alguma terra ou região....


    exterminável | adj. 2 g.

    Que se pode exterminar; que é passível de extermínio....


    exterminante | adj. 2 g.

    Que extermina ou que serve para exterminar....




    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.