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    espiaram-ma

    atalaiado | adj.

    Guarnecido, fortificado com atalaias ou redutos....


    Que especula ou faz especulação (ex.: notícias especulatórias)....


    lançante | adj. 2 g. | n. m.

    Que lança....


    socairo | n. m.

    Cabo que sobeja em certas manobras náuticas....


    caguete | n. 2 g.

    Pessoa que espia, geralmente para a polícia....


    espiada | n. f.

    Ato ou efeito de espiar....


    espringue | n. m.

    Espia que sai obliquamente do meio da embarcação....


    alcaguete | n. m. | n. 2 g.

    Indivíduo que explora uma ou mais prostitutas....


    alcagueta | n. 2 g. | n. f.

    Pessoa que espia ou que denuncia....


    espia | n. f.

    Cabo com que se amarram embarcações....


    espia | n. 2 g.

    Pessoa que espreita ou observa escondidamente....


    espiador | n. m.

    Aquele que espia; espião....


    guardim | n. m.

    Cada um dos cabos que mantêm os mastros a prumo....


    cabueta | n. 2 g.

    Pessoa que espia, geralmente ao serviço da polícia....


    cabeço | n. m.

    Cume arredondado na cumeada....


    espiadela | n. f.

    Ato ou efeito de espiar....


    campana | n. f.

    Ação de seguir ou vigiar alguém, sem ser visto, com o intuito de roubar, prender, espiar, surpreender, etc....



    Dúvidas linguísticas


    1. Mal-formação ou malformação genética? Plural: malformações? 2. Como é mais correto: má perfusão ou mal-perfusão? Ex.: "hipofluorescência por má perfusão sub-retiniana compatível com degeneração miópica" // "hipofluorescência por mal-perfusão sub-retiniana compatível com atrofia central areolar".


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.