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    comeste-a

    Agarrado, apegado, como carraça....


    agaiatado | adj.

    Que tem ares de gaiato ou garoto....


    ah | interj.

    Expressão que exprime vários afetos ou estados, alguns até opostos, como dor, alegria, etc....


    aí | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    adunado | adj.

    Unido; aderente a outro, como se formassem um só (folhas, etc.)....


    alacranado | adj.

    Áspero, de superfície cheia de talhos e esfoladuras como que denteada ou espinhosa....


    alazarado | adj.

    Como um lázaro; coberto de chagas....


    almofadado | adj.

    Estofado, acolchoado, fofo como almofada....


    amestrado | adj.

    Ensinado, doutrinado, instruído, adestrado. (Diz-se não só das pessoas, mas também dos animais como ensino especial.)...


    aneiro | adj.

    Que depende da maneira como o ano se porta....


    arguitivo | adj.

    Que se emprega como argumento....


    Que considera a criação como feita expressamente para o homem....


    apolíneo | adj.

    Relativo a Apolo, deus grego (ex.: culto apolíneo)....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de esclarecer algumas dúvidas relacionadas à ortografia dos vocábulos tecno-social e socioideológico. Além disso, gostaria de consultá-los sobre a ortografia de trouxada ("Ia eu, em rapazola, e mais outro, levando uma vaca caracu, trouxada e afrontada...") e iapa ("Às vezes, é o descuidado cavaleiro que já vai todo tranqüilo assobiando, quando a iapa do velho toca uma caixa de marimbondos que ferram o danado do cavalo, que dana a pular e larga o cabra na poeira.").
    Estes exemplos foram tirados de dois contos regionalistas e não encontro registro dessas palavras em nenhum dicionário.


    Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

    Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
    Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

    Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
    Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.