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    Pesquisa nas Definições por:

    Clono

    clónus | n. m. 2 núm.

    Conjunto de contrações e relaxamentos musculares rápidos e involuntários numa parte do corpo....


    clonagem | n. f.

    Obtenção, por via de cultura, de numerosas células vivas idênticas a partir de uma célula única....


    clone | n. m.

    Indivíduo ou população de indivíduos provenientes da produção vegetativa ou assexuada de um mesmo indivíduo....


    clono | n. m.

    Conjunto de contrações e relaxamentos musculares rápidos e involuntários numa parte do corpo....


    blefaroclono | n. m.

    Contração espasmódica da pálpebra....


    clonar | v. tr.

    Praticar a clonagem de....


    monoclonal | adj. 2 g.

    Que se desenvolve a partir de uma única célula ou de um único clone....


    clónico | adj.

    Relativo ou semelhante a clónus ou a conjunto de contrações e relaxamentos musculares rápidos e involuntários (ex.: contração clónica; movimentos clónicos)....


    clonável | adj. 2 g.

    Que se pode clonar....


    clonal | adj. 2 g.

    Relativo a clone (ex.: diversidade clonal; doença clonal da medula óssea; expansões clonais)....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?