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    corroessem-nas

    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    mirrado | adj.

    Seco; definhado....


    traçado | adj.

    Que se traçou ou corroeu....


    cárie | n. f.

    Ulceração que ataca as partes duras do corpo (ossos, dentes, etc.) e as destrói lentamente....


    estiómeno | n. m. | adj.

    Gangrena completa em que a carne fica podre e insensível....


    erosão | n. f.

    Desgaste da superfície da Terra por agentes externos como a água ou o vento (ex.: erosão acelerada do solo; erosão costeira; erosão fluvial; erosão glaciária; erosão hídrica pluvial; erosão marítima)....


    coricida | n. m.

    Medicamento que destrói os calos....


    verme | n. m.

    Invertebrado de corpo mole, semelhante à lombriga; minhoca; gusano; helminte; larva....


    vermiculura | n. f.

    Ornato arquitetónico que imita os sulcos que os vermes deixam na madeira que corroem....


    vérmina | n. f.

    Doença produzida pela abundância de vermes nos intestinos....


    biscato | n. m.

    Comida que as aves trazem no bico para os filhos....


    bromar | v. tr.

    Corroer, como a broma....


    eroder | v. tr.

    Corroer, fazer erosões....


    estiomenar | v. tr.

    Comer, corroer (a gangrena o osso)....



    Dúvidas linguísticas


    Eu posso usar a palavra amiguíssima? Recebi um texto de um autor desconhecido que contém esta palavra: "Mulheres, personalidades honradíssimas Temos nós, orgulho em tê-las. Mãe, amada, irmã... amiguíssimas Impossível não percebê-las. Desde as meigas, às extremistas, Não há quem possa vencê-las." Coloquialmente é errado falar/escrever esta palavra?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?