PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    COOPERASSE-VOS

    Que elabora (ex.: cooperação elaborativa)....


    concurso | n. m.

    Ajuntamento, afluência de pessoas....


    sinergia | n. f.

    Ato ou esforço simultâneo de diversos órgãos ou músculos....


    Doutrina que defende a união ou aliança política de todos os países africanos....


    Gerência de negócios próprios, alheios ou políticos....


    Doutrina que defende a união ou aliança política de todos os países da América....


    cooperatismo | n. m.

    Teoria que considera a cooperação como a solução para o problema social....


    cooperativa | n. f.

    Grupo de compradores, comerciantes ou produtores que praticam a cooperação....


    cooperante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem coopera....


    interfamiliar | adj. 2 g.

    Relativo a ou que é feito entre duas ou mais famílias (ex.: conflitos interfamiliares; cooperação interfamiliar)....


    protocolado | adj. | n. m.

    Que se protocolou; que foi objeto de protocolo (ex.: ações protocoladas; empresas protocoladas)....




    Dúvidas linguísticas


    Tenho uma dúvida em relação a divisão silábica: "os rr e ss não se separam, mas na translineação separam-se". Correcto? A minha filha ingressou na primária e é o que está a ser ensinada. Como sou estrangeiro, não consigo provar, mas faz-me comichão fazer uma distinção destas.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?