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    burguesitos

    proseirão | n. m.

    Homem prosaico que apenas se preocupa com interesses materiais; burguês....


    burguesia | n. f.

    Classe social que se desenvolve nos burgos medievais europeus, constituída essencialmente por comerciantes, artesãos e outros que não dependiam de um senhor feudal, que adquire poder através do enriquecimento comercial....


    burguesice | n. f.

    Atitude ou dito próprios de burguês....


    prudhommiano | adj. | adj. n. m.

    Que é relativo ou se assemelha à figura burguesa de Joseph Prudhomme, personagem de Henry Monnier....


    comuna | n. f.

    Município ou divisão administrativa, considerado como aglomeração de famílias independentes no Estado....


    populismo | n. m.

    Doutrina literária e artística que reagiu contra a psicologia burguesa e mundana e que se liga à expressão da vida e dos sentimentos dos meios populares....


    aburguesar | v. tr. e pron.

    Dar ou adquirir hábitos ou modos de burguês....


    artista | n. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Pessoa que pratica uma das belas-artes, especialmente uma das artes plásticas ou dos seus prolongamentos atuais....


    demi-monde | n. m.

    Conjunto de pessoas consideradas de caráter duvidoso....


    emburguesar | v. tr. e pron.

    Dar ou adquirir hábitos ou modos de burguês....


    De modo quintessencial ou no que diz respeito à quintessência (ex.: instituição quintessencialmente conservadora; pensador quintessencialmente burguês)....


    burguês | n. m. | adj.

    Habitante de um burgo....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de esclarecer algumas dúvidas relacionadas à ortografia dos vocábulos tecno-social e socioideológico. Além disso, gostaria de consultá-los sobre a ortografia de trouxada ("Ia eu, em rapazola, e mais outro, levando uma vaca caracu, trouxada e afrontada...") e iapa ("Às vezes, é o descuidado cavaleiro que já vai todo tranqüilo assobiando, quando a iapa do velho toca uma caixa de marimbondos que ferram o danado do cavalo, que dana a pular e larga o cabra na poeira.").
    Estes exemplos foram tirados de dois contos regionalistas e não encontro registro dessas palavras em nenhum dicionário.


    A ouvir o noticiário surgiu-me uma dúvida: pode dizer-se muita pouca gente? Ou deve dizer-se muito pouca gente? Ou não se junta muito com pouco? É ridículo, mas não consigo chegar a uma conclusão.