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    Pesquisa nas Definições por:

    ATRACASSEM-NOS

    amarradura | n. f.

    O que serve para amarrar ou atracar....


    atracagem | n. f.

    Ato ou efeito de atracar....


    píer | n. m.

    Estrutura construída sobre a água, destinada à atracação de barcos....


    croque | n. m.

    Pau de trapeiro....


    atracada | n. f.

    Movimento do barco que atraca....


    atracadouro | n. m.

    Lugar onde se atracam as embarcações....


    enxertário | n. m.

    Conjunto dos cabos que atracam as vergas aos mastaréus....


    rajeira | n. f.

    Cabo com que se atraca o navio à terra....


    balroa | n. f.

    Arpéu de abordagem....


    atracador | adj. n. m.

    Que ou aquele que atraca....


    graneleiro | adj. | adj. n. m.

    Relativo à carga a granel (ex.: exportação graneleira; terminal graneleiro)....


    trapiche | n. m.

    Pequeno engenho de cana-de-açúcar....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?