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    Pesquisa nas Definições por:

    ADMITA-LHAS

    correntio | adj.

    Que corre sem obstáculo....


    leveiro | adj.

    Que é pouco pesado....


    nenhum | quant. univ. pron. indef.

    Nem um (ex.: não conheço nenhuma dessas pessoas; eram três candidatos, mas nenhum foi admitido)....


    Limite máximo estabelecido de indivíduos ou entidades que podem ser admitidos num organismo ou instituição (ex.: houve aumento do numerus clausus nas faculdades de medicina)....


    Fórmula usada nas licenças eclesiásticas para a impressão de obra que não contém doutrina heterodoxa....


    admitido | adj.

    Que se admitiu (ex.: a história, pouco admitida, de que o país tem petróleo, não é muito credível)....


    Comm admissão; de modo admitido (ex.: posição admitidamente radical)....


    Relativo a cleptocracia, a cleptocrata ou a um sistema político que admite a corrupção (ex.: governo cleptocrático; oligarquia cleptocrática)....


    abiogénese | n. f.

    Hipótese que admitia a formação dos seres vivos a partir de matéria não viva....


    completo | adj. | n. m.

    A que não falta nada....


    mito | n. m.

    Personagem, facto ou particularidade que, não tendo sido real, simboliza não obstante uma generalidade que se deve admitir....


    monantropia | n. f.

    Sistema antropológico que só admite originariamente uma raça de homens....


    monoteísmo | n. m.

    Sistema religioso que admite um só Deus....


    pensão | n. f.

    Renda que se paga vitaliciamente ou por determinado tempo a alguém, ao abrigo de determinado regime jurídico ou como recompensa de serviços (ex.: pensão de invalidez; pensão de reforma; pensão vitalícia)....


    perdícias | n. f. pl.

    Família de aves admitida por alguns naturalistas, e que tem por tipo a perdiz....




    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?