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-coco

A forma -cocopode ser[adjectivoadjetivo], [elemento de composição] ou [nome masculino].

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coco1coco1
|cô| |cô|
( co·co

co·co

)
Imagem

Fruto do coqueiro.


nome masculino

1. Fruto do coqueiro.Imagem

2. Amêndoa desse fruto.

3. Metade da casca desse fruto.

4. [Regionalismo] [Regionalismo] Copo de folha, com asa.

5. [Figurado] [Figurado] O que tem esse feitio.

6. [Infantil] [Infantil] Papão.

7. [Informal] [Informal] Cabeça.

8. [Brasil] [Brasil] Grande quantidade de dinheiro. = DINHEIRAMA

9. [Brasil] [Brasil] Dança popular de Alagoas.


adjectivoadjetivo

10. Diz-se da amêndoa de casca mole (em oposição a molar e durázio).

vistoPlural: cocos |cô|.
etimologiaOrigem etimológica:origem controversa.
iconPlural: cocos |cô|.
coco2coco2
|có| |có|
( co·co

co·co

)


nome masculino

Bactéria de forma arredondada.

vistoPlural: cocos |có|.
etimologiaOrigem etimológica:grego kókkos, -ou, grão, semente.
iconPlural: cocos |có|.
-coco-coco
|ó| |ó|


elemento de composição

Exprime a noção de bactéria ou de ser unicelular (ex.: estafilococo; meningococo).

etimologiaOrigem etimológica:grego kókkos, -ou, grão, semente.
coco-coco-
|còcò| |còcò|


elemento de composição

Exprime a noção de bactéria ou de ser unicelular (ex.: cocolitoforídeo).

etimologiaOrigem etimológica:grego kókkos, -ou, grão, semente.

Auxiliares de tradução

Traduzir "-coco" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



Qual denominação para a "operação" de passar Francisco a Chico, Helena a Lena, Alice a Lili, etc.
As palavras Chico, Lena ou Lili são hipocorísticos (isto é, nomes próprios usados para designar alguém de maneira informal ou carinhosa) em relação a Francisco, Helena e Alice, respectivamente. Estes três hipocorísticos mostram, contudo, fenómenos diferentes de formação de palavras: em Francisco > Chico há uma redução por aférese acompanhada de alteração expressiva da forma reduzida; em Helena > Lena há uma simples redução por aférese; em Alice > Lili há uma redução com aférese e apócope e com o redobro de uma sílaba. A estes mecanismos pode ainda juntar-se o frequente uso de sufixos aumentativos ou diminutivos (ex. Chicão, Leninha).



A língua portuguesa a partir deste ano não seria unificada? As palavras não seriam igualmente escritas em todos os países que têm como língua mãe o português?
O que está em discussão quando se fala do Acordo Ortográfico (cuja entrada em vigor e período de transição têm datas variáveis consoante cada país) não é uma unificação da língua, mas uma "ortografia unificada" (cf. primeiro parágrafo do Acordo Ortográfico de 1990).

A linguagem escrita, contrariamente à linguagem oral, não é adquirida por exposição a textos escritos, antes resulta de aprendizagem, isto é, de alfabetização. Através de processos de repetição, de leitura e de memorização há uma aprendizagem formal, geralmente institucionalizada, da representação gráfica da oralidade. Tal representação obedece a regras convencionadas, algumas das quais adquiridas de forma explícita. A ortografia é então apenas uma parte da língua, a mais convencionada e menos natural, que corresponde à forma gráfica que a língua assume nos seus suportes escritos.

O Acordo Ortográfico pretende uniformizar, de alguma forma, a ortografia da língua portuguesa, mas este texto legal não pretende neutralizar as variadíssimas diferenças e variantes entre as variedades do português, principalmente no que diz respeito ao léxico, à fonética ou à sintaxe. Mesmo a nível ortográfico, há diferenças, principalmente entre a norma brasileira e a norma portuguesa, que não estão previstas e não são resolvidas pelo Acordo Ortográfico, nomeadamente aquelas que resultam da tradição lexicográfica (i.e., o registo das palavras nos dicionários, ao longo de muitos anos) diferente em Portugal e no Brasil (ex.: alforge, beringela, connosco ou missanga na norma europeia e alforje, berinjela, conosco ou miçanga na norma brasileira).