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( ín·di·ce

ín·di·ce

)
Imagem

Dedo imediatamente a seguir ao polegar e antes do dedo médio.


nome masculino

1. Lista metódica ou alfabética de nomes de autores, de livros consultados, de assuntos. = ÍNDEX

2. [Matemática] [Matemática] Algarismo que, na abertura do radical, indica o grau da raiz.

3. Relação alfabética; tabela; catálogo.

4. Relação entre valores ou medidas.

5. Ponteiro.

6. Dedo imediatamente a seguir ao polegar e antes do dedo médio.Imagem = DEDO INDICADOR, INDICADOR, ÍNDEX

7. Aquilo que indica a existência de algo. = INDICAÇÃO, INDICADOR, INDÍCIO, SINAL


índice de dedo

[Encadernação] [Encadernação]  Série de pequenos recortes ou impressões ao longo do corte de abertura, a parte oposta à lombada, geralmente etiquetados com letras, para facilitar o acesso a divisões ou capítulos de um livro.Imagem

índice de octano

[Química] [Química]  Índice que mede o poder antidetonante de um carburante por comparação com a de um carburante padrão.

índice de refracção

[Óptica] [Ótica] [Ótica]  Relação entre o seno do ângulo de incidência e o seno do ângulo de refracção.

etimologiaOrigem etimológica:latim index, -icis, que indica, que anuncia, indício, sinal, indicador.

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Anagramas



Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber o porque se usa tanto apartir de ou concerteza sendo que o correto é a partir de e com certeza ?
Este fenómeno acontece frequentemente com locuções muito usuais em que os utilizadores da língua têm dificuldades em identificar as fronteiras das palavras, o que tem como consequência erros ortográficos como apartir de (em vez de a partir de), concerteza (em vez de com certeza) ou derrepente (em vez de de repente).



No vosso conversor para a nova ortografia, e em muitas respostas a dúvidas, utilizam a expressão "português europeu", por oposição a português do Brasil ou português brasileiro. Tenho visto noutros sítios a expressão português luso-africano. Não será mais correcta?
Como qualquer língua viva, o português não é alheio à variação linguística e contém diferentes variantes e variedades, nomeadamente a nível geográfico, social e temporal. O português falado em Portugal continental e nos arquipélagos da Madeira e dos Açores é designado por variedade europeia ou português europeu (ou ainda português de Portugal) e abrange inúmeros dialectos (divididos ou agrupados segundo características comuns). Esta designação de português europeu é frequentemente contraposta à de português do Brasil (ou português brasileiro ou americano), por serem as variedades do português mais estudadas e alvo de descrição linguística. Alguns dialectos do português de Angola e do português de Moçambique dispõem já de descrições e estudos, mas ainda sem muita divulgação fora do âmbito académico.

A designação de português luso-africano é, do ponto de vista linguístico, incorrecta, uma vez que as características do português de Portugal, como sistema linguístico, são diferentes das características do português falado em cada um dos países africanos de língua oficial portuguesa (nomeadamente do português de Angola, do português de Cabo Verde, do português da Guiné-Bissau, do português de Moçambique ou do português de São Tomé e Príncipe) ou de outros países (como Timor-Leste) ou territórios onde se fale o português. O único ponto em que poderá haver uma designação que indique uma aproximação luso-africana é exclusivamente em termos de norma ortográfica. Ainda assim, as práticas ortográficas divergem amiúde, principalmente no uso do apóstrofo em contextos não previstos no texto do Acordo Ortográfico de 1990 e das letras k, w e y em nomes comuns e não exclusivamente em nomes próprios ou derivados de nomes próprios estrangeiros. No que diz respeito ao léxico, à fonética ou à sintaxe, trata-se de variedades e normas com traços característicos que as distinguem.

Como as ferramentas linguísticas da gama FLiP não se limitam ao campo estrito da ortografia, mas ao processamento do português como língua natural, a Priberam não adopta o adjectivo luso-africano para qualificar português, variedade, norma ou palavra afim. Esta foi também, aparentemente, a opção da redacção do Acordo Ortográfico de 1990, onde é usada, na "Nota Explicativa", ponto 5.1, a expressão "português europeu" ("Tendo em conta as diferenças de pronúncia entre o português europeu e o do Brasil, era natural que surgissem divergências de acentuação gráfica entre as duas realizações da língua.").