Significado de zarelha-to

    A forma zarelha-topode ser [segunda pessoa singular do imperativo de zarelharzarelhar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de zarelharzarelhar].

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    zarelharzarelhar
    ( za·re·lhar

    za·re·lhar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. [Informal] [Informal] Intrometer-se em tudo; fazer intrigas. = BISBILHOTAR, INTRIGAR, MEXERICAR, ONZENAR

    2. [Informal] [Informal] Fazer travessuras ou disparates. = DOIDEJAR, TRAQUINAR

    3. [Informal] [Informal] Agitar-se, movimentar-se de um lado para o outro. = FERVILHAR

    etimologiaOrigem:zarelho + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    zarelhar | v. intr.

    Intrometer-se em tudo; fazer intrigas....


    zaralho | n. m.

    Pessoa de aparência desleixada....


    zarelho | n. m.

    Indivíduo que se intromete em tudo....

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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      A palavra fim de semana, aparece em todo o lado escrita com hífen, inclusive no vosso dicionário. Contudo, quando estudei a língua portuguesa nas cadeiras da faculdade, foi-nos dado como referência um manual que nos serviu como a Bíblia da Língua Portuguesa: a Nova Gramática do Português Contemporâneo. Esta gramática de Celso Cunha e Lindley Cintra afirma na página 107 que a palavra fim de semana é um exemplo de quando os elementos justapostos conservam a sua "autonomia gráfica", tais como Idade Média e pai de família. Assim sendo, gostaria que me informassem se é correcto a utilização das duas formas, ou se a Nova Gramática já está desactualizada.