Significado de violámos-mos

    Será que queria dizer violamos-mos?

    A forma violámos-mosé [primeira pessoa plural do pretérito perfeito do indicativo de violarviolar].

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    violar1violar1
    ( vi·o·lar

    vi·o·lar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    1. Forçar alguém a ter relações sexuais. = ESTUPRAR, VIOLENTAR

    verbo transitivo

    2. Cometer violação ou desrespeito de norma, lei, acordo, etc. (ex.: o contrato viola o direito comunitário). = DESRESPEITAR, INFRINGIR, QUEBRANTAR, QUEBRAR, TRANSGREDIRCUMPRIR, RESPEITAR

    3. Desrespeitar lugar sagrado ou merecedor de respeito (ex.: o grupo acusado de violar túmulos foi detido). = PROFANAR

    4. Abrir sem pedir autorização (ex.: violar correspondência é crime). = DEVASSAR

    5. Forçar a abertura (ex.: os bandidos tentaram violar o cofre). = ARROMBAR, VIOLENTAR

    6. Entrar ilegalmente. = INVADIR

    7. Tornar público sem permissão (ex.: violar um segredo). = DEVASSAR, DIVULGAR

    etimologiaOrigem:latim violo, -are, tratar com violência, ferir, maltratar, desonrar.

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    violar2violar2
    ( vi·o·lar

    vi·o·lar

    )

    nome masculino

    [Jogos] [Jogos] Jogo popular.

    etimologiaOrigem:viola + -ar.

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    Auxiliares de tradução

    Traduzir "violámos-mos" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    aviolado | adj.

    Que tem forma de viola....


    promíscuo | adj.

    Misturado sem ordem (notando-se na confusão mais de mau que de bom)....


    violentado | adj.

    Que foi constrangido, forçado....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "violámos-mos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de saber se a palavra "pixel" existe em português e qual é o seu plural. Em muitas ocasiões aparece "pixeis" mas sendo uma palavra de origem inglesa o seu plural não deveria ser "pixels"?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?