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vasoconstritor

vasoconstritorvasoconstritor | adj.
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va·so·cons·tri·tor |vàzò...tô|va·so·cons·tri·tor |vàzò...tô|


(vaso- + constritor)
adjectivo
adjetivo

Que diminui o calibre dos vasos sanguíneos.

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Em Tears of Heaven

Se a medicação contém um vasoconstritor (por exemplo, Cloridrato de fenilefrina) pode elevar os níveis de açúcar no sangue..

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tem a característica de ser vasoconstritor , ou seja, fecha os poros da pele e reafirma-a..

Em diariodeduasamigas.blogs.sapo.pt

vasoconstritor e limita a hemorragia interna no local da ferida..

Em correrecaminharemcascais.blogs.sapo.pt
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Dúvidas linguísticas


Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?
A Priberam Informática não pretende responder especificamente a perguntas do Campeonato Nacional da Língua Portuguesa, mas apenas a dúvidas linguísticas que lhe são colocadas e que são consideradas pertinentes, sendo as respostas redigidas tendo em conta a clareza e a concisão para os utilizadores.

As concordâncias são um caso problemático no português, como deixam claro Telmo Móia e João Peres no capítulo 7 de Áreas Críticas do Português (Caminho, 1995), e o caso em questão, aquele grupo de jovens, parece fazer parte de um conjunto de expressões formadas por um nome (como grupo ou conjunto) que, combinado com outro, “permitem referir colecções de objectos, sem as quantificarem” (Móia e Peres, p. 471). Esta reflexão parece mostrar que este grupo difere um pouco das expressões partitivas (como parte, porção ou maioria) que referem Celso Cunha e Lindley Cintra na Nova Gramática do Português Contemporâneo (Edições João Sá da Costa, 1998, p. 496). No entanto, tanto num caso como noutro, a construção mais neutra deveria corresponder a uma unidade, ao todo, isto é, pegando no texto de Cunha e Cintra ("Deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo."), o plural parece ser uma maneira de modalizar o discurso, dando-lhe um matiz menos neutro, enfatizando, na unidade, os seus elementos constituintes. Vemos como estas construções são problemáticas quando comparadas, por exemplo, com um grupo nominal como carro das mercadorias, onde não hesitaríamos (ou hesitaríamos menos) em identificá-lo como uma unidade, com a correspondente flexão do verbo que se lhe seguisse (O carro das mercadorias entrou na rua). Por este motivo reiteramos as nossas observações da resposta concordâncias (I).

No que diz respeito à concordância do pronome pessoal os em Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontrou perto da discoteca, onde o Diogo os aguardava, pode dizer-se que, sendo um pronome pessoal, deve concordar com o seu antecedente, mas este antecedente não tem necessariamente de ser o sujeito da frase. Retomando um exemplo acima (O carro das mercadorias entrou na rua) podemos adaptá-lo a uma construção afim em que a concordância é possível com qualquer dos antecedentes (O carro das mercadorias entrou na rua, onde o comerciante as/o aguardava). São estas concordâncias possíveis com mais de um antecedente que por vezes tornam as frases ambíguas.

Relativamente à sua questão sobre onde e aonde, por favor consulte a resposta onde / aonde.

Sem qualquer crítica ao referido campeonato, podemos no entanto observar que a maioria das questões problemáticas da língua não se adequa a respostas apenas com dois valores, como sim/não ou correcto/incorrecto, pois contém uma complexidade que as ultrapassa.




Gostaria de saber qual é a origem da palavra Obrigada (o) e também como se deve responder a esta palavra.
Obrigado (a/os/as) é um adjectivo (também usado como interjeição) que pode ser definido como "que se sente devedor de alguma coisa, normalmente um favor ou uma amabilidade". Este adjectivo deriva do verbo obrigar, sendo provável que originalmente fosse uma construção verbal como "Fico-lhe obrigado (= agradecido)" ou "Ela ficou-lhe obrigada (= agradecida)".

As respostas à fórmula de agradecimento obrigado(a) podem ser muito variadas, muitas vezes dependendo da situação de comunicação, como "Não tem de quê", "De nada", "Obrigado(a) eu" ou ainda "Obrigados(as) nós".

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Palavra do dia

es·pa·di·ci·flo·ro |ó|es·pa·di·ci·flo·ro |ó|


(espadice + -floro)
adjectivo
adjetivo

[Botânica]   [Botânica]  Diz-se da planta cuja inflorescência é a espadice.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/vasoconstritor [consultado em 07-12-2021]