Significado de víeis-tos

    A forma víeis-tosé [segunda pessoa plural do pretérito imperfeito do indicativo de verver].

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    verver
    |ê| |ê|
    Conjugação:irregular.
    Particípio:irregular.

    verbo transitivo

    1. Exercer o sentido da vista sobre.

    2. Olhar para.

    3. Presenciar, assistir a.

    4. Avistar; enxergar.

    5. Encontrar, achar, reconhecer.

    6. Observar, notar, advertir.

    7. Reparar, tomar cuidado em.

    8. Imaginar, fantasiar.

    9. Calcular, supor; ponderar, inferir, deduzir.

    10. Prever.

    11. Visitar.

    12. Escolher.

    13. Percorrer.

    14. Provar.

    15. Conhecer.

    verbo pronominal

    16. Olhar-se.

    17. Encontrar-se.

    nome masculino

    18. Parecer; juízo; opinião (ex.: no ver dele, isto é inadmissível).

    19. O ato de ver.


    a meu ver

    Na minha opinião.

    até mais ver

    Fórmula de despedida usada quando se pensa ou espera voltar a ver a(s) pessoa(s) a quem é dirigida. = ATÉ À VISTA, ATÉ MAIS

    a ver vamos

    Expressão usada para indicar que se espera ou se deve esperar pelo desenrolar dos acontecimentos.

    ver-se e desejar-se

    Estar muito aflito, muito embaraçado (ex.: o tenista viu-se e desejou-se para ganhar ao adversário).

    etimologiaOrigem:latim video, -ere.

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    ícone do dicionárioVer também resposta à dúvida: ter a ver com / ter a haver.

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    Esta palavra no dicionário

    Que deixa ver os objetos sem irisação....


    albugíneo | adj.

    Que é muito branco e consistente....


    apercebido | adj.

    Aparelhado; abastecido; preparado; prevenido....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "víeis-tos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Será que me poderiam ajudar a perceber qual é o origem etimológica mais provável da palavra (apelido) Malafaia?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?