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travessa

A forma travessapode ser [feminino singular de travessotravesso] ou [nome feminino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
travessatravessa
|é| |é|
( tra·ves·sa

tra·ves·sa

)


nome feminino

1. Peça de madeira atravessada sobre outras. = TRAVÉS

2. Peça horizontal colocada sobre as ombreiras das portas ou janelas. = PADIEIRA

3. Prancha curta e grossa em que assentam os carris de caminho-de-ferro. = CHULIPA, DORMENTE

4. Rua estreita ou curta que põe em comunicação duas ruas principais.

5. Galeria que, numa mina, estabelece comunicação entre duas outras galerias.

6. Movimento ou golpe para derrubar alguém, geralmente com perna ou pé à frente de ou entre as pernas ou os pés dele, para que perca o equilíbrio. = RASTEIRA

7. Pente semicircular ou estreito e comprido para segurar o cabelo.

8. Prato, geralmente oval ou rectangular, em que vão as iguarias à mesa.

9. Acto ou efeito de atravessar. = TRAVESSIA

10. Limite geográfico onde se encontram águas de mares distintos.

etimologiaOrigem etimológica: feminino de travesso.
travesso1travesso1
|ê| |ê|
( tra·ves·so

tra·ves·so

)


adjectivoadjetivo

1. Que é buliçoso, inquieto, turbulento. = ENDIABRADO, IRREQUIETO, TRAQUINAS

2. [Figurado] [Figurado] Que revela malícia, travessura. = MALICIOSO, MAROTO

3. [Figurado] [Figurado] Que tem graça. = ENGRAÇADO, ESPIRITUOSO

etimologiaOrigem etimológica: latim transversus, -a, -um, oblíquo, transversal, transviado, tresmalhado, contrário, hostil.
travesso2travesso2
|é| |é|
( tra·ves·so

tra·ves·so

)


adjectivoadjetivo

1. Posto de través. = ATRAVESSADO, OBLÍQUO, TRANSVERSAL

2. Posto ao lado. = COLATERAL, LATERAL

3. Situado em frente a. = FRONTEIRO, OPOSTO

etimologiaOrigem etimológica: latim transversus, -a, -um, oblíquo, transversal, transviado, tresmalhado, contrário, hostil.
travessatravessa

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Dúvidas linguísticas



o primeiro "e" de brejeiro é aberto ou fechado?
De acordo com os dicionários de língua portuguesa que registam a transcrição fonética das palavras, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou o Grande Dicionário Língua Portuguesa, da Porto Editora, o primeiro e de brejeiro lê-se [ɛ], como o e aberto de vela ou neto.

No português de Portugal é comum a elevação e centralização das vogais átonas, como por exemplo a alteração da qualidade da vogal [ɛ] para [i] em pesca > pescar ou vela > veleiro, mas há palavras que mantêm inalterada a qualidade da vogal, sendo este o caso de brejeiro, que mantém a qualidade do e da palavra brejo.




Como se divide em sílabas a palavra planície?
Sobre a divisão silábica, por favor consulte a resposta divisão silábica e translineação.

Especificamente sobre a divisão para translineação da palavra planície, e por ser este tipo de divisão silábica abrangido pelos textos legais que regulam a ortografia do português, trata-se de um dos poucos casos em que há diferenças entre as normas europeia e brasileira do português (antes da entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990).

Assim, esta palavra poderá ser dividida como pla-ní-ci-e, segundo o disposto no Acordo Ortográfico de 1945 para a norma europeia do português (cf. base XLVIII, “4.° As vogais consecutivas que não pertencem a ditongos decrescentes [...] podem, se a primeira delas não é u precedido de g ou q, e mesmo que sejam iguais, separar-se na escrita: ala-||úde, áre-||as, ca-||apeba, co-||ordenar, do-||er, flu-||idez, perdo-||as, vo-||os. O mesmo se aplica aos casos de contiguidade de ditongos, iguais ou diferentes, ou de ditongos e vogais: cai-||ais, cai-||eis, ensai-||os, flu-||iu.”).
Para a norma brasileira, e segundo o do Formulário Ortográfico de 1943, esta palavra poderá ser dividida como pla-ní-cie (cf. grupo XV, “7ª - Não se separam as vogais dos ditongos - crescentes e decrescentes - nem as dos tritongos: ai-ro-so, a-ni-mais, au-ro-ra, a-ve-ri-güeis, ca-iu, cru-éis, en-jei-tar, fo-ga-réu, fu-giu, gló-ria, guai-ar, i-guais, ja-mais, jói-as, ó-dio, quais, sá-bio, sa-guão, sa-guões, su-bor-nou, ta-fuis, vá-rios, etc. ”).

O Acordo Ortográfico de 1990, uma vez em vigor, acaba com esta diferença entre as duas normas, estabalecendo que se podem dividir para translineação as vogais que pertencem a ditongos crescentes neste contexto (cf. Base XX, 4.º, com a mesma redacção do texto de 1945: "As vogais consecutivas que não pertencem a ditongos decrescentes (...) podem, se a primeira delas não é u precedido de g ou q, e mesmo que sejam iguais, separar-se na escrita: ala- úde, áre- as, ca- apeba, co- or- denar, do-er, flu- idez, perdo- as, vo-os. O mesmo se aplica aos casos de contiguidade de ditongos, iguais ou diferentes, ou de ditongos e vogais: cai- ais, cai- eis, ensai- os, flu- iu.").