Significado de suscetibilizado

    A forma suscetibilizadopode ser [masculino singular particípio passado de susceptibilizarsuscetibilizarsuscetibilizar] ou [adjectivoadjetivo].

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    suscetibilizadosuscetibilizado
    suscetibilizado

    adjectivoadjetivo

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    susceptibilizarsuscetibilizarsuscetibilizar
    |èt| |èt| |èt|
    ( sus·cep·ti·bi·li·zar sus·ce·ti·bi·li·zar

    sus·ce·ti·bi·li·zar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Provocar melindre ou ressentimento. = MELINDRAR

    verbo transitivo e pronominal

    2. Tornar ou tornar-se suscetível.

    verbo pronominal

    3. Sentir mágoa ou ressentimento por causa de algo que é dito ou feito por outrem. = MELINDRAR-SE, RESSENTIR-SE

    etimologiaOrigem:forma alatinada de suscetível + -izar.

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    sinonimo ou antonimo Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: suscetibilizar.
    sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: susceptibilizar.
    grafiaGrafia no Brasil:suscetibilizar.
    grafiaGrafia em Portugal:susceptibilizar.

    Histórico de pesquisas

    A palavra "suscetibilizado" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      1. Mal-formação ou malformação genética? Plural: malformações? 2. Como é mais correto: má perfusão ou mal-perfusão? Ex.: "hipofluorescência por má perfusão sub-retiniana compatível com degeneração miópica" // "hipofluorescência por mal-perfusão sub-retiniana compatível com atrofia central areolar".


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.