Significado de subscreve-mas

    A forma subscreve-maspode ser [segunda pessoa singular do imperativo de subscreversubscrever] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de subscreversubscrever].

    Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
    subscreversubscrever
    |ê| |ê|
    ( subs·cre·ver

    subs·cre·ver

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:irregular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Escrever o nome ou a assinatura na parte de baixo de algo. = ASSINAR, FIRMAR, SUBSCRITAR

    verbo transitivo

    2. Comprometer-se ao pagamento de uma publicação ou de um serviço, durante determinado tempo e geralmente com um pagamento. = ASSINAR

    3. Aprovar.

    verbo intransitivo

    4. Conformar-se; aceder; anuir.

    5. Tomar parte numa subscrição.

    6. Contribuir com certa quota para dado fim.

    etimologiaOrigem:latim subscribo, -ere, escrever debaixo ou em baixo, pôr uma inscrição, assinar depois de outrem.

    Secção de palavras relacionadas

    Auxiliares de tradução

    Traduzir "subscreve-mas" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    comandita | n. f.

    Sociedade comercial em que há um ou mais associados, de responsabilidade solidária, e um ou mais sócios capitalistas, que não intervêm na gerência e cuja responsabilidade não excede o capital subscrito....


    subscrito | adj. | n. m.

    Que se subscreveu....


    subscritor | adj. n. m.

    Que ou aquele que subscreve....


    nobelizado | adj. n. m.

    Que ou quem recebeu um prémio Nobel (ex.: escritora nobelizada; o documento foi subscrito por vários nobelizados)....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "subscreve-mas" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Solicito esclarecimento sobre como se deve escrever a seguinte palavra: motocultivador ou motocultivadora; moto-cultivador ou moto-cultivadora. Obrigado.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?