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saíra-andina-sumptuosa

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saíra-andina-sumptuosasaíra-andina-sumptuosa ou saíra-andina-suntuosasaíra-andina-suntuosa
|umptuó| ou |untuó| |umptuó| ou |untuó| |untuó|
( sa·í·ra·-an·di·na·-sump·tu·o·sa sa·í·ra·-an·di·na·-sump·tu·o·sa ou sa·í·ra·-an·di·na·-sun·tu·o·sa

sa·í·ra·-an·di·na·-sun·tu·o·sa

)


nome feminino

[Ornitologia] [Ornitologia] Ave passeriforme (Anisognathus somptuosus) da família dos traupídeos.

vistoPlural: saíras-andinas-suntuosas.
etimologiaOrigem etimológica:saíra + andina, feminino de andino + sumptuosa, feminino de sumptuoso.
iconPlural: saíras-andinas-sumptuosas.
sinonimo ou antonimo Dupla grafia pelo Acordo Ortográfico de 1990: saíra-andina-suntuosa.
sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: saíra-andina-sumptuosa.
grafiaGrafia no Brasil:saíra-andina-suntuosa.
grafiaGrafia em Portugal:saíra-andina-sumptuosa.


Dúvidas linguísticas



Qual destas frases está correcta: «Ele assegurou-me que viria» ou «Ele assegurou-me de que viria»? Li que o verbo "assegurar" é regido pela preposição "de" quando é conjugado pronominalmente; no entanto, só me soa bem dessa forma quando ele é conjugado reflexivamente, como em "Eles asseguraram-se de que não eram seguidos". Afinal, como é que é? Obrigada.
Os dicionários que registam as regências verbais, como o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa ou o Dicionário sintáctico de verbos portugueses, estipulam que o verbo assegurar é regido pela preposição de apenas quando usado como pronominal (ex.: quando saiu de casa assegurou-se de que as janelas estavam fechadas). Para além do uso pronominal, o verbo assegurar pode ainda ser transitivo directo ou bitransitivo, isto é, seleccionar complementos não regidos por preposição (ex.: os testes assegurariam que o programa iria funcionar sem problemas; o filho assegurou-lhe que iria estudar muito).

Este uso preposicionado do verbo assegurar na acepção pronominal nem sempre é respeitado, havendo uma tendência generalizada para a omissão da preposição (ex.: quando saiu de casa assegurou-se que as janelas estavam fechadas). O fenómeno de elisão da preposição de como iniciadora de complementos com frases finitas não se cinge ao verbo assegurar, acontecendo também com outros verbos, como por exemplo aperceber (ex.: não se apercebeu [de] que estava a chover antes de sair de casa) ou esquecer (ex.: esquecera-se [de] que havia greve dos transportes públicos).




Devo escrever ele será analisado no terceiro dia ou ele será analisado ao terceiro dia?
Qualquer das duas frases é possível, visto que quer a preposição em (presente na contracção no) quer a preposição a (presente na contracção ao) se utilizam na expressão de valores temporais (ex.: viaja sempre em Agosto; estava a dois dias do casamento).