Significado de sécia

    A forma séciapode ser [feminino singular de séciosécio] ou [nome feminino].

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    séciasécia
    ( sé·ci·a

    sé·ci·a

    )

    nome feminino

    1. Mulher casquilha e tafula.

    2. [Vestuário] [Vestuário] Espécie de roupão.

    3. [Regionalismo] [Regionalismo] [Vestuário] [Vestuário] Vestido novo e de belo efeito.

    4. Última moda.

    5. Enfeite.

    6. Defeito ou falha recorrente. = BALDA, MANIA, PANCADA, SESTRO

    7. [Botânica] [Botânica] Planta (Callistephus chinensis), da família das asteráceas, originária da China. = ÁSTER, MALMEQUER-DA-CHINA, MALMEQUER-DA-SÉCIA, RAINHA-MARGARIDA

    8. [Botânica] [Botânica] Flor dessa planta.

    etimologiaOrigem:etimologia duvidosa.

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    iconeConfrontar: cécia.
    séciosécio
    ( sé·ci·o

    sé·ci·o

    )

    adjectivo e nome masculinoadjetivo e nome masculino

    Que ou aquele que se veste com demasiado apuro e enfeites. = CASQUILHO, JANOTA, TAFUL

    etimologiaOrigem:etimologia obscura.

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    Esta palavra no dicionário

    áster | n. m.

    Género de plantas, tipo das asteráceas ou compostas, de que se cultivam muitas espécies nos jardins....


    Planta (Callistephus chinensis), da família das asteráceas, originária da China....


    Planta (Callistephus chinensis), da família das asteráceas, originária da China....


    Planta (Callistephus chinensis), da família das asteráceas, originária da China....


    sécio | adj. n. m.

    Que ou aquele que se veste com demasiado apuro e enfeites....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "sécia" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de saber se também é correcto escrever ouro ou louro. Normalmente utilizo, tanto na escrita como na fala, o ditongo oi, ou seja, loiro ou oiro. Não sei se estou certa, mas penso que o ditongo [ow] corresponde a um sistema linguístico mais antigo, que hoje em dia já não é muito utilizado.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?