Significado de rompera-se-lhes

    A forma rompera-se-lhespode ser [primeira pessoa singular do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de romperromper] ou [terceira pessoa singular do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de romperromper].

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    romperromper
    |ê| |ê|
    ( rom·per

    rom·per

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:abundante.

    verbo transitivo

    1. Despedaçar; quebrar com violência.

    2. Dilacerar, separar em pedaços.

    3. Esquartejar.

    4. Rasgar.

    5. Entrar violentamente por, abrir caminho através de.

    6. Abrir, sulcar, fender.

    7. Interromper o curso regular de; quebrar.

    8. Violentar, destruir, desbaratar.

    9. Dar começo a.

    10. Perturbar.

    verbo intransitivo

    11. Atacar, investir.

    12. Atravessar, penetrar.

    13. Começar, ter princípio.

    14. Irromper, manifestar-se subitamente.

    15. Brotar, surgir, nascer, jorrar com ímpeto.

    16. Quebrar, violar.

    verbo pronominal

    17. Quebrar-se, partir-se, despedaçar-se (como efeito de um agente violento).

    18. Rasgar-se.

    19. Fender-se; abrir-se.

    20. [Figurado] [Figurado] Sofrer interrupção, cessar de repente.

    nome masculino

    21. Os primeiros sinais de.

    22. Aparecimento súbito.


    romper a

    •Principiar a ação indicada pelo infinito.

    romper em

    •Começar a ação que indica o nome.

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    Esta palavra no dicionário

    alvinho | adv.

    De madrugada, ao romper do dia....


    antelucano | adj.

    Que se faz antes de romper o dia....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "rompera-se-lhes" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Quanto a comparações de inigualdade, ou seja, de superioridade ou de inferioridade, existirá uma regra absoluta para decifrar se se usa que ou do que ou ambas estarão correctas em qualquer expressão dessa estrutura? Para um falante em que o Português não é a primeira língua, seria bastante útil. Incluo as seguintes expressões para vossa análise: 1) O castelo é mais antigo que a igreja. 2) Hoje as laranjas estão menos baratas que as maçãs. 3) Nós compramos mais livros que vendemos. 4) O Paulo é mais grande do que gordo. 5a) O João tem mais de um carro. b) O João tem mais dum carro. c) O João tem mais do que um carro. d) O João tem mais que um carro.