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renovem

A forma renovempode ser [terceira pessoa plural do imperativo de renovarrenovar] ou [terceira pessoa plural do presente do conjuntivo de renovarrenovar].

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renovarrenovar
( re·no·var

re·no·var

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Tornar novo; melhorar.

2. Consertar.

3. Recomeçar; repetir.

4. Substituir por coisa melhor.

5. Dar o aspecto de novo a.

6. Trazer novamente à lembrança.

7. Excitar de novo.

8. Renovar sofrimentos.


verbo intransitivo

9. Rebentar ou desabrochar de novo (os vegetais).

10. Reaparecer; suceder-se.


verbo pronominal

11. Rejuvenescer.

12. Repetir-se.

13. Aparecer de novo.

Auxiliares de tradução

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Dúvidas linguísticas



Qual das expressões é a correcta: de forma a ou por forma a? Caso ambas estejam correctas, qual a diferença entre elas e quando usar uma ou outra?
As duas expressões estão correctas e são locuções prepositivas sinónimas, significando ambas “para”, “a fim de” ou “de modo a” e indicando um fim ou objectivo (ex.: procedeu cautelosamente de forma a/por forma a evitar erros), sendo a locução por forma a menos usada que de forma a, como se pode verificar pela pesquisa em corpora e motores de busca na internet. Ambas se encontram registadas em dicionários de língua portuguesa.

Estas duas expressões, construídas com a preposição a, pertencem a um conjunto de locuções (do qual fazem parte de modo a ou de maneira a) cujo uso é desaconselhado por alguns puristas, com o argumento de que se trata de expressões de influência francesa, o que, neste caso, não parece constituir argumento suficiente para as considerar incorrectas. Acresce ainda que, em qualquer dos casos, locuções prepositivas como de/por forma a, de maneira a ou de modo a desempenham a mesma função da preposição para, que neste contexto introduz frases subordinadas infinitivas adverbiais de fim (ex.: procedeu cautelosamente para evitar erros), da mesma forma que, com alterações ao nível dos tempos verbais, as locuções conjuncionais de/por forma que, de maneira que ou de modo que desempenham a função da locução conjuncional para que, que neste contexto introduz frases subordinadas finitas adverbiais de fim (ex.: procedeu cautelosamente para que evitasse erros). Não parece assim haver motivo para deixar de usar umas ou outras.




Gostaria de saber se se diz pronto ou prontos numa frase como pronto(s), fica assim combinado. Já agora, o porquê, a explicação.
Apesar de ser muito usual em contextos informais, a forma prontos deverá ser evitada.

A palavra pronto pode corresponder a várias classes gramaticais com diferentes usos semânticos e sintácticos. Pronto pode ser, por exemplo, um adjectivo definido como "que está preparado ou em condições", sendo flexionável em género e número (ex.: a casa está pronta para as visitas; os quartos já estão prontos).

Frequentemente, pronto é usado como interjeição para indicar a conclusão de algo (ex.: pronto, ela finalmente terminou a carta), compreensão ou consolo (ex.: pronto, já está tudo bem) ou desagrado (ex.: pronto, estou farto). Neste caso, visto que as interjeições são uma classe de palavras invariáveis, é aconselhável usar apenas a forma pronto, independentemente do género ou número do sujeito.

A indicação acima tem em conta os registos lexicográficos da palavra e segue os conselhos mais comuns de consultores da língua. É possível, contudo, admitir que se possa formar outra interjeição de origem expressiva a partir da forma masculina plural do adjectivo (prontos), à semelhança de outras interjeições, formadas a partir de flexões plurais (ex.: caraças, céus, cruzes). A interjeição prontos é muito usual em registos coloquiais quotidianos, mas, como tal forma não é normalmente aceite em obras de referência, será desaconselhado utilizá-la.