Significado de recusámos

    Será que queria dizer RECUSAMOS?

    A forma recusámosé [primeira pessoa plural do pretérito perfeito do indicativo de recusarrecusar].

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    recusarrecusar
    ( re·cu·sar

    re·cu·sar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Não aceitar. = DECLINAR, REJEITAR

    2. Não permitir, não conceder.

    3. Não dar ou não atender a um pedido. = DENEGAR, NEGARACEDER

    4. Não querer.

    5. Não admitir.

    6. Livrar-se de algo desagradável. = EVITAR, FURTAR-SE, RESISTIR

    verbo pronominal

    7. Não se prestar a; não querer. = NEGAR-SE, OPOR-SE

    8. Não obedecer. = NEGAR-SE

    9. Não querer andar (o cavalo). = PEGAR-SE

    10. Privar-se de.

    11. [Jurídico, Jurisprudência] [Jurídico, Jurisprudência] Declarar-se incompetente.

    12. [Marinha] [Marinha] Cessar (o vento) de ser favorável.

    etimologiaOrigem:latim recuso, -are.

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    Auxiliares de tradução

    Traduzir "recusámos" para: Espanhol Francês Inglês

    Anagramas

    Esta palavra no dicionário

    decisivo | adj.

    Que decide ou em que há decisão (ex.: aquele foi o momento decisivo para encontrar o vencedor)....


    escuso | adj.

    Que se escusou ou foi objeto de escusa....


    negado | adj.

    Recusado; contestado....


    renuente | adj. 2 g.

    Que renui, recusa....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "recusámos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de saber a pronúncia correta da palavra bocaina (talvez seja de origem indígena/brasileira). Seria "bocáina" ou "bocâina"?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?