Significado de rapino-tos

    A forma rapino-tospode ser [masculino singular de rapinorapino] ou [primeira pessoa singular do presente do indicativo de rapinarrapinar].

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    rapinarrapinar
    ( ra·pi·nar

    ra·pi·nar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    Exercer rapinagem. = ARREBATAR, EXTORQUIR, FURTAR, ROUBAR

    etimologiaOrigem:rapina + -ar.

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    rapinorapino
    ( ra·pi·no

    ra·pi·no

    )

    nome masculino

    [Regionalismo] [Regionalismo] [Ornitologia] [Ornitologia] Ave de rapina diurna (Accipiter nisus), da família dos accipitrídeos, de 30 a 40 centímetros de comprimento, comum nos bosques, onde caça pequenas aves. = GAVIÃO

    etimologiaOrigem:alteração de rapina.

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    Esta palavra no dicionário

    uncinado | adj.

    Que é curvo como as garras de uma ave de rapina....


    Frase que Tácito dá como proferida por um herói da Calcedónia, Gálgaco, a respeito das rapinas dos Romanos; aplica-se aos conquistadores que, a pretexto de introduzir a civilização num país, o devastam....


    alrete | n. m.

    Ave de rapina, semelhante ao corvo....


    chavaria | n. f.

    Grande quantidade de chaves....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "rapino-tos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?