Significado de rapine-to

    A forma rapine-topode ser [primeira pessoa singular do presente do conjuntivo de rapinarrapinar], [terceira pessoa singular do imperativo de rapinarrapinar] ou [terceira pessoa singular do presente do conjuntivo de rapinarrapinar].

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    rapinarrapinar
    ( ra·pi·nar

    ra·pi·nar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e intransitivo

    Exercer rapinagem. = ARREBATAR, EXTORQUIR, FURTAR, ROUBAR

    etimologiaOrigem:rapina + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    uncinado | adj.

    Que é curvo como as garras de uma ave de rapina....


    Frase que Tácito dá como proferida por um herói da Calcedónia, Gálgaco, a respeito das rapinas dos Romanos; aplica-se aos conquistadores que, a pretexto de introduzir a civilização num país, o devastam....


    alrete | n. m.

    Ave de rapina, semelhante ao corvo....


    chavaria | n. f.

    Grande quantidade de chaves....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "rapine-to" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.