Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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pináculopináculo | s. m.
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pi·ná·cu·lo pi·ná·cu·lo
(latim pinnaculum, -i)
substantivo masculino

1. [Arquitectura]   [Arquitetura]   [Arquitetura]  Parte mais elevada de certos edifícios.

2. [Arquitectura]   [Arquitetura]   [Arquitetura]  Estrutura, geralmente cónica ou pontiaguda, que remata a extremidade de um edifício (ex.: pináculo ornamentado). = ZINGAMOCHO

3. Ponto mais alto de um monte. = CIMO, CUME

4. [Figurado]   [Figurado]  O mais alto grau. = ÁPICE, APOGEU, AUGE, FASTÍGIO

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Dúvidas linguísticas


Cronopata é erro? Pela sua etimologia, creio que estaria correctamente no dicionário... Mas não consta... Neologismo? Porque ainda não adoptado oficialmente?
As palavras cronopatia e cronopata, apesar de não se encontrarem registadas em nenhum dos dicionários de língua portuguesa por nós consultados, estão correctamente formadas (com os elementos de formação crono-, derivado do grego khrónos, que significa “tempo”, e -patia e -pata, derivados do grego páthe, que significa “doença” ou “dor”). Na medicina, a cronopatia pode designar o conjunto de patologias que estão relacionadas com desvios, atrasos ou avanços no crescimento; pode também referir-se à incapacidade para gerir o tempo ou para cumprir horários. Cronopata será a pessoa que sofre de alguma destas patologias.



Alguma vez existiu a palavra quisermos com a troca do s pelo z, ou seja quizermos / quizeste?
A grafia correcta do verbo querer nunca tem z em qualquer das suas formas. Se o z surgir, trata-se de um erro ortográfico.
Actualmente, a ortografia da língua portuguesa baseia-se num conjunto de regras estabelecidas em textos legais e obras de referências (normalmente dicionários, vocabulários, gramáticas e prontuários). Na altura em que não havia acordos ortográficos consolidados nem obras de referência acessíveis era mais difícil delimitar erros ortográficos, pelo que, quanto mais recuarmos na história da língua, menos coerência encontraremos. Deste modo, é frequente encontrarmos em textos mais antigos grafias que hoje não são aceites como correctas (não é preciso recuar mais do que à primeira metade do séc. XX), pelo que formas como quizermos ou quizeste podem ter ocorrido, sem que a noção de erro ortográfico estivesse sequer presente. Uma boa ilustração deste facto são as formas históricas apresentadas pelo Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (edição brasileira da Editora Objetiva, 2001; edição portuguesa do Círculo de Leitores, 2002) para o verbete querer com várias datações: “897 quesieri, sXIII querer, sXIII quero, sXIII querria, sXIII querian, sXIII quyserõ, sXIV queseres, sXIV quesisti, sXIV quizer, sXIV qujs, sXV quigera, sXV quijese, sXV quixesse, sXV quiz“.

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Palavra do dia

in·ven·ti·vo in·ven·ti·vo
(inventar + -ivo)
adjectivo
adjetivo

1. Que tem o dom da invenção.

2. Que mostra criatividade ou imaginação. = ENGENHOSO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/pin%C3%A1culo [consultado em 07-04-2020]