Pesquisa nas Definições por:

    rivalidades

    emulação | n. f.

    Sentimento que excita o zelo e a atividade para igualar ou exceder os outros no que é bom....


    primazia | n. f.

    Dignidade de primaz....


    antagonismo | n. m.

    Estado de rivalidade entre coletividades, pessoas ou sistemas....


    despique | n. m.

    Ato de despicar ou de despicar-se....


    émulo | adj. n. m.

    Que ou o que tem emulação ou rivalidade por....


    rivalidade | n. f.

    Concorrência de pessoas, de estados, etc., que pretendem a mesma coisa....


    corte | n. m.

    Campo de ténis (ex.: fora do corte, os tenistas não têm qualquer rivalidade)....


    Relativo a um clube, geralmente um clube desportivo (ex.: fervor clubístico; preferências clubísticas; rivalidade clubística)....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Quando num texto aparece um discurso directo, iniciado por travessão, de uma pessoa para outra, se a seguir essa mesma pessoa inicia outro discurso directo com uma terceira pessoa, sem nenhum discurso intermédio de ninguém, esse segundo discurso pode ser incluído no primeiro (aproveitando o travessão anterior) ou deve ser iniciada uma nova frase com outro travessão? Exemplo: - João, anda cá. Joana, vai para ali. ou - João, anda cá. - Joana, vai para ali.