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pórtico

hexastilo | n. m.

Pórtico com seis colunas....


pilone | n. m.

Grande pórtico dos templos egípcios, em forma de pirâmide truncada, que ladeia a porta de entrada....


pilão | n. m.

Grande pórtico dos templos egípcios, em forma de pirâmide truncada, que ladeia a porta de entrada....


frontão | n. m.

Ornato triangular no topo de portas, janelas, pórticos ou peças de mobiliário....


hecatostilo | n. m.

Edifício ou pórtico de cem colunas....


propileu | n. m.

Porta monumental da Acrópole de Atenas. (Com inicial maiúscula.)...


estilita | n. m.

Anacoreta que fazia a sua cela no alto de colunas ou pórticos....


mainelado | adj.

Que tem mainel (ex.: janela mainelada; pórtico mainelado)....


ortostilo | n. m.

Renque de colunas que não formam pórtico....


nártex | n. m. 2 núm.

Pórtico....


arcada | n. f.

Série de arcos (que geralmente sustentam a frente de um edifício ou de um pórtico)....


pórtico | n. m.

Espaço coberto cuja abóbada é sustentada por colunas e que serve de entrada ou vestíbulo....


portal | n. m. | adj. 2 g.

Porta grande e principal de um edifício....



Dúvidas linguísticas



O correto é escrever " Viemos " ou "Vimos" através desta...?
O verbo vir é muito usado na correspondência formal ou institucional para introduzir o assunto, em expressões como "venho por este meio requerer..." ou "venho através desta solicitar...", ou "vimos por este meio requerer..." ou "vimos através desta solicitar...", com um remetente colectivo (por exemplo, um grupo de cidadãos) ou com o uso do plural majestático ou de modéstia. Habitualmente, como se trata de correspondência no presente, é utilizado o presente do indicativo (ex.: vimos) e não o pretérito perfeito (ex.: viemos), a não ser que esteja a ser relatado um facto passado (ex.: no mês passado, viemos solicitar...).



Penso que há um erro no vosso conjugador quando consultamos o verbo ruir (presente do indicativo), quando confrontado com outro conjugador.
É muito frequente não haver consenso quanto à defectividade de um verbo e o caso do verbo ruir é paradigmático, divergindo as fontes de referência.

Das obras consultadas, o Dicionário Gramatical de Verbos Portugueses (Lisboa: Texto Editores, 2007), o Dicionário Houaiss Eletrônico ([CD_ROM] versão 3.0, Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss / Objetiva, 2009), o Dicionário Aurélio ([CD_ROM] versão 6.0, Curitiba: Positivo Informática, 2009) e o Dicionário Houaiss de verbos da Língua Portuguesa (Rio de Janeiro: Objetiva, 2003) consideram este verbo como defectivo, isto é, não apresentam todas as formas do paradigma de conjugação a que o verbo pertence (neste caso, as formas da primeira pessoa do presente do indicativo, todo o presente do conjuntivo e as formas do imperativo que deste derivam).

O Dicionário de Verbos e Regimes, de Francisco FERNANDES (44.ª ed., São Paulo: Ed. Globo, 2001) cita Ernesto Ribeiro, que considera este verbo geralmente defectivo nas formas homófonas com formas do verbo roer, e as outras formas pouco usadas.

 A Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso CUNHA e Lindley CINTRA (Lisboa: Edições Sá da Costa, 1998) refere (p. 420), por outro lado, que o verbo ruir se conjuga pelo modelo regular de influir. É esta também a opção do Dicionário de Verbos Portugueses, da Porto Editora (Porto: Porto Editora, 1996).

Da informação acima apresentada se pode concluir que uma resposta peremptória a este tipo de questões é impossível e mesmo inadequada, estando a opção do Conjugador do Dicionário Priberam da Língua Portuguesa justificada e secundada por sólidas referências. No entanto, qualquer verbo considerado defectivo pode ser hipoteticamente conjugado em todas as pessoas, pelo que as formas eu ruo ou que ele rua são possíveis.


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