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    move

    acinésico | adj.

    Que não se mexe; privado de movimento....


    aéreo | adj.

    Que se move ou vive no ar....


    Relativo ao movimento mecânico....


    cinético | adj.

    Relativo ao movimento mecânico (ex.: energia cinética)....


    corpuscular | adj. 2 g.

    Relativo a corpúsculos, a átomos....


    corrediço | adj.

    Que se move sobre corrediças....


    dinâmico | adj.

    Relativo ao movimento e às forças....


    Relativo aos movimentos do éter como meio físico....


    flutuante | adj. 2 g.

    Que flutua; que se move sobre as águas....


    Diz-se de um aparelho que representa o movimento anual da Terra em torno do Sol e explica as estações e a desigualdade dos climas....


    Diz-se dos fenómenos geológicos que compreendem os movimentos que modificam a superfície do Globo e os convulsivos ou terramotos....


    grazioso | adv.

    De movimento gracioso, com graça....


    lento | adj. | adv.

    Vagaroso; moroso; ronceiro; que dura ou parece durar muito mais do que seria para desejar....


    leveiro | adj.

    Que se move com rapidez....



    Dúvidas linguísticas


    Como se fala: segue em anexo, segue o anexo ou segue anexo?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?