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monocromático

lêiser | n. m.

Fonte de luz monocromática, coerente e muito intensa, com aplicações no campo da medicina, da indústria, das telecomunicações, da biologia, entre outras....


candela | n. f.

O mesmo que candeia....


grisalha | n. f.

Técnica de pintura monocromática em que se usa branco, preto e tons de cinzento ou de outra cor (ex.: a grisalha é usada na pintura de vitrais)....


crisalho | n. m.

Técnica de pintura monocromática em que se usa branco, preto e tons de cinzento ou de outra cor (ex.: a grisalha é usada na pintura de vitrais)....


camaïeu | n. m.

Técnica de pintura monocromática com tons da mesma cor....


laser | n. m.

Fonte de luz monocromática, coerente e muito intensa, com aplicações no campo da medicina, da indústria, das telecomunicações, da biologia, entre outras....


Instrumento astronómico que permite capturar imagens fotográficas monocromáticas da superfície solar....



Dúvidas linguísticas



Tenho uma dúvida sobre o uso do acento grave (chamamos de crase aqui no Brasil). Um amigo me disse que pode-se escrever à favor, alegando que é opcional o uso da crase em locuções adverbiais. Ele está correto?
A crase à é uma contracção da preposição a com o artigo definido feminino a. Para haver o uso desta crase, é necessário que haja um substantivo feminino a seguir que justifique o uso do artigo definido feminino (ex.: estava à frente = estava a[PREP]+a[ART] frente; foi à caça = foi a[PREP]+a[ART] caça). Não poderá usar a crase numa expressão como a favor, pois favor é um substantivo masculino e nunca poderia ser antecedido do artigo definido feminino a. Em alguns casos poderá haver uso de crase antes de substantivos masculinos, mas apenas em situações muito específicas, em que se pode subentender locuções como moda de ou maneira de (ex.: coelho à [maneira do] caçador).
Sobre este assunto, poderá também consultar outras respostas em regência verbal e nominal, graças a deus e crase em intervalo temporal.




Porque diagnostica não tem acento?
As palavras diagnostica e diagnóstica são designadas por homógrafos imperfeitos, isto é, palavras cuja grafia se diferencia apenas pela acentuação gráfica, mas que têm pronúncia e significado diferente.
Sem acento gráfico, a palavra diagnostica corresponde a uma forma do verbo diagnosticar (ex.: ele diagnostica a doença de forma clara); como tal, segue a regra geral de acentuação das formas verbais na terceira pessoa do presente do indicativo (à semelhança outras formas verbais com amplifica, fica ou multiplica). Trata-se de uma palavra grave, sem qualquer contexto que justifique a sua acentuação gráfica.
Com acento gráfico, a palavra diagnóstica é esdrúxula e corresponde à forma feminina do adjectivo diagnóstico (ex.: avaliação diagnóstica, observação diagnóstica).


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